Abrantes dá mais um passo decisivo na inovação — e a TAGUSVALLEY está no centro desta transformação.
A criação da Zona Livre Tecnológica de Energias Renováveis vem reforçar o papel do TAGUSVALLEY – Parque de Ciência e Tecnologia como espaço privilegiado para investigação, teste e desenvolvimento de soluções inovadoras, agora também com um foco crescente no setor da energia.
Este novo enquadramento abre portas a empresas, startups e projetos tecnológicos que queiram desenvolver, em ambiente real, soluções ligadas às energias renováveis, ao armazenamento e ao autoconsumo.
Mais do que um avanço regional, trata-se de uma oportunidade estratégica para afirmar o TAGUSVALLEY como um verdadeiro polo de referência na inovação tecnológica aplicada ao setor da energia, impulsionando a transição energética, atraindo talento e investimento, e promovendo a criação de emprego qualificado.
A Zona Livre Tecnológica (ZLT) destina-se ao desenvolvimento e teste de soluções inovadoras nas áreas da produção, armazenamento e autoconsumo de energia, abrangendo tecnologias como solar, eólica, biomassa, hidrogénio renovável e sistemas inteligentes de gestão energética.
De acordo com o regulamento, os projetos serão experimentados em ambiente real, mas apenas em fases avançadas de maturidade tecnológica, ficando a sua implementação à escala industrial fora da área da ZLT.
O regime prevê também a simplificação de procedimentos administrativos, incluindo a dispensa de cauções, taxas e vistorias no processo de ligação à rede elétrica, sem prejuízo do cumprimento do enquadramento legal em vigor.
Os promotores — entre os quais empresas, startups, universidades e entidades internacionais — terão de cumprir critérios técnicos, financeiros e ambientais, sendo responsáveis pela execução dos testes e por eventuais danos, nos termos da lei.
Em paralelo, recorde-se que, em 2022, a Endesa venceu o concurso para a atribuição do ponto de injeção da central do Pego, onde está previsto um investimento de cerca de 700 milhões de euros num projeto de energias renováveis que integra solar, eólica e hidrogénio verde.
No âmbito da transição energética da região, o Fundo de Transição Justa disponibiliza ainda 65 milhões de euros para apoiar iniciativas no Médio Tejo, na sequência do encerramento da central a carvão do Pego.
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